Ó fadistagem apenas queria que soubessem que este blog não morreu e irá ter muitas mais letras de hoje em diante.
Um abraço/beijinho (ou os 2),
Manuel L. O. Marçal
5 de novembro de 2007
19 de março de 2007
21 de julho de 2006
Tudo isto é Fado
Letra: Fernando Carvalho
Música: Aníbal Nazaré
Perguntaste-me outro dia
Se eu sabia o que era o fado
Eu disse que não sabia
Tu ficaste admirado
Sem saber o que dizia
Eu menti naquela hora
E disse que não sabia
Mas vou-te dizer agora
ESTRIBILHO
Almas vencidas
Noites perdidas
Sombras bizarras
Na mouraria
Canta um rufia
Choram guitarras
Amor ciúme
Cinzas e lume
Dor e pecado
Tudo isto existe
Tudo isto é triste
Tudo isto é fado
Se queres ser meu senhor
E teres-me sempre a teu lado
Não me fales só de amor
Fala-me também do fado
É canção que é meu castigo
Só nasceu p'ra me perder
O fado é tudo o que eu digo
Mais o que eu não sei dizer
ESTRIBILHO
Música: Aníbal Nazaré
Perguntaste-me outro dia
Se eu sabia o que era o fado
Eu disse que não sabia
Tu ficaste admirado
Sem saber o que dizia
Eu menti naquela hora
E disse que não sabia
Mas vou-te dizer agora
ESTRIBILHO
Almas vencidas
Noites perdidas
Sombras bizarras
Na mouraria
Canta um rufia
Choram guitarras
Amor ciúme
Cinzas e lume
Dor e pecado
Tudo isto existe
Tudo isto é triste
Tudo isto é fado
Se queres ser meu senhor
E teres-me sempre a teu lado
Não me fales só de amor
Fala-me também do fado
É canção que é meu castigo
Só nasceu p'ra me perder
O fado é tudo o que eu digo
Mais o que eu não sei dizer
ESTRIBILHO
Cavalo Baio
Letra: Maria Manuel Cid
Musica: Fado Triplicado
Fui dali, da minha terra
À Feira de Salvaterra
Comprar um cavalo baio
Tem a pele muito fina
Tem muito sedosa a crina
E palheta como um raio
Fui depois a Vila Franca
Para ver como ela arranca
À cabeça da manada
E no Colete Encarnado
Com ele à frente do gado
Não houve rés tresmalhada
À Chamusca fui um dia
Para que o Mestre Zé Maria
O levasse a tourear
E quinta-feira de Espiga
Sem tentar nenhuma briga
Foi uma tarde de pasmar
Certo dia de manhã
Fui à feira da Golegã
Como era o meu desejo
E tive a prova final
Que o meu Baio era afinal
O melhor do Ribatejo
Musica: Fado Triplicado
Fui dali, da minha terra
À Feira de Salvaterra
Comprar um cavalo baio
Tem a pele muito fina
Tem muito sedosa a crina
E palheta como um raio
Fui depois a Vila Franca
Para ver como ela arranca
À cabeça da manada
E no Colete Encarnado
Com ele à frente do gado
Não houve rés tresmalhada
À Chamusca fui um dia
Para que o Mestre Zé Maria
O levasse a tourear
E quinta-feira de Espiga
Sem tentar nenhuma briga
Foi uma tarde de pasmar
Certo dia de manhã
Fui à feira da Golegã
Como era o meu desejo
E tive a prova final
Que o meu Baio era afinal
O melhor do Ribatejo
24 de maio de 2006
Disse-te adeus
Letra: Manuela de Freitas
Música: Frederico de Brito (Fados dos Sonhos)
Disse-te adeus não me lembro
Em que dia de Setembro
Só sei que era madrugada
A rua estava deserta
E até a lua discreta
Fingiu que não deu por nada
Sorrimos à despedida
Como quem sabe que a vida
É nome que a morte tem
Nunca mais nos encontrámos
E nunca mais perguntámos
Um p'lo outro a ninguém
Que memória ou que saudade
Contará toda a verdade
Do que não fomos capazes
Por saudade ou por memória
Eu só sei contar a história
Da falta que tu me fazes
Música: Frederico de Brito (Fados dos Sonhos)
Disse-te adeus não me lembro
Em que dia de Setembro
Só sei que era madrugada
A rua estava deserta
E até a lua discreta
Fingiu que não deu por nada
Sorrimos à despedida
Como quem sabe que a vida
É nome que a morte tem
Nunca mais nos encontrámos
E nunca mais perguntámos
Um p'lo outro a ninguém
Que memória ou que saudade
Contará toda a verdade
Do que não fomos capazes
Por saudade ou por memória
Eu só sei contar a história
Da falta que tu me fazes
Velho fado corrido
Letra: ?
Fado: ?
Velho fado corrido
Se foste dos mais bairristas
Porque é que te mostras esquecido
Na garganta dos fadistas
Contou-me um velho amigo
Como o fado era tratado
Tinha graça o fado antigo
Da forma que era cantado
Um ramo de loiro à porta
Indicava uma taberna
À noite era uma lanterna
Com sua luz quase morta
E como ao fado tudo importa
Foi sempre da taberna amigo
Do infeliz ao mendigo
Da desgraça e da miséria
Também tinha gente séria
Contou-me um velho amigo
Sobre os cascos da vinhaça
Deitada de forma bizarra
Estava sempre uma guitarra
Para servir de negaça
E um canjirão da murraça
De tosco barro vidrado
Andava sempre colado
Aos copos pelo balcão
E era assim nesta função
Que o fado era cantado
Se aparecia um tocador
Às vezes até zaranza
Pedia ao tasqueiro a banza
Para mostrar seu valor
Logo havia um cantador
Que num tom de certo perigo
Provocava o inimigo
No cantar à desgarrada
Até às vezes com lambada
Tinha graça o fado antigo
Todos prestavam sentido
Quando alguém cantava o fado
O tocar era arrastado
E o estilo dava a garganta
Pouco tempo decorrido
Cheia a taberna se via
Para escutar a cantoria
Ao som do fado corrido
Escutei com atenção
Um cantador do passado
E a sua linda canção
Prendeu-me para sempre ao fado
Por muito que se disser
O fado é canção bairrista
Não é fadista quem quer
Mas sim quem nasceu fadista
Fado: ?
Velho fado corrido
Se foste dos mais bairristas
Porque é que te mostras esquecido
Na garganta dos fadistas
Contou-me um velho amigo
Como o fado era tratado
Tinha graça o fado antigo
Da forma que era cantado
Um ramo de loiro à porta
Indicava uma taberna
À noite era uma lanterna
Com sua luz quase morta
E como ao fado tudo importa
Foi sempre da taberna amigo
Do infeliz ao mendigo
Da desgraça e da miséria
Também tinha gente séria
Contou-me um velho amigo
Sobre os cascos da vinhaça
Deitada de forma bizarra
Estava sempre uma guitarra
Para servir de negaça
E um canjirão da murraça
De tosco barro vidrado
Andava sempre colado
Aos copos pelo balcão
E era assim nesta função
Que o fado era cantado
Se aparecia um tocador
Às vezes até zaranza
Pedia ao tasqueiro a banza
Para mostrar seu valor
Logo havia um cantador
Que num tom de certo perigo
Provocava o inimigo
No cantar à desgarrada
Até às vezes com lambada
Tinha graça o fado antigo
Todos prestavam sentido
Quando alguém cantava o fado
O tocar era arrastado
E o estilo dava a garganta
Pouco tempo decorrido
Cheia a taberna se via
Para escutar a cantoria
Ao som do fado corrido
Escutei com atenção
Um cantador do passado
E a sua linda canção
Prendeu-me para sempre ao fado
Por muito que se disser
O fado é canção bairrista
Não é fadista quem quer
Mas sim quem nasceu fadista
3 de fevereiro de 2006
Carmencita
Fado: ?
Letra: Frederico de Brito (ajuda da Rita)
Chamava-se Carmencita
A cigana mais bonita
Do que um sonho, uma visão
Diziam que era a cigana
Mais linda da caravana
Mas não tinha coração
Os afagos e carinhos
Perdeu-os pelos caminhos
Sem nunca os ter conhecido
Anda buscando a aventura
Como quem anda à procura
De um grão de areia perdido
Numa noite de luar
Ouviram o galopar
De dois cavalos fugindo
Carmencita, linda graça
Renegando a sua raça
Foi atrás de um sonho lindo
Com esta canção magoada
Se envolve no pó da estrada
Quando passa a caravana
Carmencita, Carmencita
Se não fosses tão bonita
Serias sempre cigana
Letra: Frederico de Brito (ajuda da Rita)
Chamava-se Carmencita
A cigana mais bonita
Do que um sonho, uma visão
Diziam que era a cigana
Mais linda da caravana
Mas não tinha coração
Os afagos e carinhos
Perdeu-os pelos caminhos
Sem nunca os ter conhecido
Anda buscando a aventura
Como quem anda à procura
De um grão de areia perdido
Numa noite de luar
Ouviram o galopar
De dois cavalos fugindo
Carmencita, linda graça
Renegando a sua raça
Foi atrás de um sonho lindo
Com esta canção magoada
Se envolve no pó da estrada
Quando passa a caravana
Carmencita, Carmencita
Se não fosses tão bonita
Serias sempre cigana
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